RESUMO DA EPÍSTOLA DE PAULO A FILEMON
O
grande exemplo do ministro
Paulo
se chama de prisioneiro de Cristo e escreve a Filemom, a irmã Áfia, a Arquipo e
à Igreja que está na casa de Filemon.
Paulo ora sempre por Filemon e diz está ciente do amor que ele tem para com Jesus e todos os santos. O apóstolo assume ter encontrado conforto no amor de Filemon, e se alegrou muito com isto. Ele afirma que gostou muito de saber que o coração dos irmãos era reanimado por intermédio de Filemon.
Paulo ora sempre por Filemon e diz está ciente do amor que ele tem para com Jesus e todos os santos. O apóstolo assume ter encontrado conforto no amor de Filemon, e se alegrou muito com isto. Ele afirma que gostou muito de saber que o coração dos irmãos era reanimado por intermédio de Filemon.
Então
o apóstolo começa a rogar por Onésimo, um filho na fé que gerou entre algemas,
e o envia. Ele diz que antes Onésimo era inútil a Filemom, mas agora é útil aos
dois. Recomenda então que o receba como sendo o próprio apóstolo e diz que
qualquer dano feito ou mal ponha em sua própria conta que ele pagará. O
apóstolo pede este benefício como sendo algo do Senhor e acrescenta pedindo: “Reanima-me
o coração em Cristo”.
Então
afirma está certo da obediência de Filemom sabendo que fará mais do que o pediu.
Contextualizando
Temos
aqui um grande exemplo de verdadeiro ministério pastoral. Note que Paulo em
todas as linhas da epístola se coloca com tamanha humildade ao ponto de se
chamar de prisioneiro de Cristo. No ver.8-9 ele diz:
“Pois bem, ainda que eu sinta
plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém, prefiro, todavia
solicitar em nome do amor, sendo o que sou Paulo, o velho, e agora até
prisioneiro de Cristo Jesus.
Diferente
de muitos pregadores da atualidade, não existe nenhuma ponta de orgulho pessoal
pelo nível de autoridade que Paulo tinha. E muito pelo contrário ele sempre se
colocava como servo. No entanto ele deixa claro que sabe muito bem dos seus
direitos, da sua liberdade para até mesmo exigir certos favores em alguns
momentos. Mas a sua postura é de um verdadeiro discípulo do Senhor. Ele roga
que tudo seja feito pelo amor sem o peso da obrigatoriedade. Veja o verso 14:
Mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o
teu benefício não fosse como por força, mas, voluntário.
Meus irmãos, na epístola a Filemon não temos apenas
um ministro humilde como também um verdadeiro trabalho de discipulado. Paulo se
alegra com o estado espiritual de Filemon. Se alegra com a igreja que se reúne
em sua casa e da forma que ele reanima o coração para a fé no Senhor Jesus nas
reuniões. Filemon estava alegrando Paulo porque seus atos eram para o Senhor e
não para seu líder. De forma que Paulo chegou ao ponto de pedir para ser
reanimado por Filemon. Qual grande estava o ministério de Filemon ao ponto de
adquirir o respeito do apóstolo. Mas essa grandeza não era refletida pelo
tamanho do templo, ela não se encontrava pelos poderes sobrenaturais de
Filemon. Paulo amou a forma como Filemon tratava os irmãos, os santos. Seu
cuidado era semelhante o de Paulo.
Façamos como Filemon e sejamos verdadeiros
discípulos amando nossos irmãos e exortando-os nas escrituras. Vós pastores e
líderes sejam como Paulo que cuidava, mesmo a distancia, em oração dos seus
discípulos. Paz seja convosco.
Wellington Brito



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